terça-feira, 29 de dezembro de 2009

E lá se vai 2009

Mais um ano se vai e com ele algumas frustrações e muitas alegrias. Fiz até uma tattoo pro meu amor!
Se fosse pra fazer uma retrospectiva começaria de março em diante, já que, a partir daí caiu a ficha de que eu tenho uma família. A minha família. A Luiza ficou grávida e em seguida confirmou-se que seria uma menina de nome, desde sempre, já escolhido: Sophia.
O primeiro semestre foi aquela coisa de faculdade, serviço e as idéias mirabolantes sobre minha filha. Foi tanta coisa na mente que tive até um piri-paque (risos). Parei num hospital. Mas deu tudo certo. O tempo foi passando, chegaram as férias de inverno - dei um sustinho em Porto Alegre - e novamente mais um semestre começa...
Bom, minha vida, por causa da faculdade, divide-se em semestres. E o segundo semestre foi muito bom. Muito bom mesmo. Inteiramente dedicado a gravidez da Luiza e o nascimento da Sophia. Tudo correu maravilhosamente bem até o dia 19 de novembro - data em que virei papai. A partir daí...bah! Meu mundo é outro, eu sou outro, tudo tá diferente. É mais do que maravilhoso, é algo sem explicação. Ser pai é divino.
Pensar que vou ensinar tudo que sei, e que ainda vou aprender, pra uma pessoinha que vai depender de mim pro resto da vida, às vezes da medo, mas tenho certeza que será recompensador.
Sophia, papai te ama.

Ah, o segundo semestre na facul foi tranquilo. No fim de 2010 eu me formo e minha filha completará 1aninho. Mais isso é post pro fim do ano que vem ainda :)
E as coisas frustrantes? Isso a gente tenta esquecer - mas não esquece nunca - serve como aprendizado e não vale nem a pena ficar relembrando.

Feliz 2010.

domingo, 6 de setembro de 2009

*--*



Fazia tempo que eu não postava nem um "A", mas hoje deu vontade.
Não sei pq mas gosto dessa foto. É véia.
:*******; Viiiida. Te amo.


quarta-feira, 27 de maio de 2009

Pausa!

Infelizmente tive que dar uma nova pausa no blog. Esse semestre está sendo bastante corrido por conta do serviço, faculdade e do fato do amigo aqui ser o pai do ano! Lááá pela 1ª semana de dezembro deve nascer o(a) herdeiro(a). Tô mto feliz. Assim que possível volto a postar. Bjs e abraços.

sábado, 4 de abril de 2009

Feliz primeiro de abril

[Era pra ter postado no dia 1º, mas tá valendo]
Você sabia que o dia da mentira tem tudo a ver com o ano novo? Conheça essa incrível história!
Feliz ano novo?
A instituição de primeiro de abril como o dia da mentira tem suas raízes na celebração do ano novo. Ué, mas o ano novo não começa no dia primeiro de janeiro? Pois é. Só que nem sempre foi assim. Antigamente, o ano novo era celebrado em março, no dia em que ocorre o chamado equinócio. Nessa data, a posição do Sol em relação à Terra faz com que a duração do dia seja igual à da noite. Esse fenômeno ocorre em 21 de março – ou 22, nos anos bissextos – e marca o início da primavera no hemisfério Norte e do outono no hemisfério Sul. No passado, o final de março era marcado por uma série de festividades que faziam a despedida do ano velho. O primeiro dia útil do ano ficava sendo, então, o primeiro de abril. Viu como era diferente?
Um nó na cabeça!
Mas onde entra a parte da mentira nessa história? Imagine só: você certamente está acostumado a celebrar o ano novo na passagem de 31 de dezembro para primeiro de janeiro. De repente, um comunicado avisa que a festa foi transferida para junho. Não ia dar uma confusão na sua cabeça? Pois foi mais ou menos isso o que aconteceu! No ano 44 antes de Cristo, foi elaborado o calendário juliano, no Império Romano. Uma das mudanças instituídas por ele foi a transferência do início do ano para primeiro de janeiro. Só que, na prática, não foi bem isso o que aconteceu. “Como a informação não circulava, cada aldeia fazia do seu jeito e muita gente continuou a celebrar o ano novo em primeiro de abril”, conta o astrônomo Alexandre Cherman, da Fundação Planetário da Cidade do Rio de Janeiro.
Já em 1582, o papa Gregório XVIII ordenou que passasse a ser utilizado o calendário gregoriano. Nele, o ano novo também era celebrado em janeiro. Mas, dessa vez, a teoria iria ser posta na prática, pois um decreto do rei da França deixou bem claro: o ano novo deveria passar a ser festejado em janeiro.
O dia dos tolos.
Só que algumas pessoas continuaram insistindo em manter a celebração em primeiro de abril. Começaram a ser chamadas de tolos. Muitos debochavam delas, já que agora o primeiro de abril era uma grande mentira! Por causa disso, a data ficou conhecida como o dia da mentira ou o dia dos tolos, como é chamada nos países de língua inglesa. Com o passar do tempo, desenvolveu-se o hábito de pregar peças e contar mentiras no dia primeiro de abril nos países da Europa e nos colonizados por europeus, como o Brasil. Essa tradição continua valendo nos dias de hoje, quando nem pensamos mais na possibilidade de começar o ano em outra data! Gostou da história? Então, que tal contá-la aos seus amigos? Só não se esqueça de avisar que não é piada de primeiro de abril, senão eles não vão acreditar!
Outros dias
Até hoje o ano novo é celebrado em outras datas em algumas culturas. “A escolha do dia primeiro de janeiro para marcar o início do ano é uma convenção”, explica Alexandre Cherman, da Fundação Planetário do Rio de Janeiro. “Tanto que em outros calendários, como o judaico e o chinês, o ano começa em uma data diferente."

segunda-feira, 23 de março de 2009

Os estudantes de hoje não sabem fazer protestos. Escrever também não.


“Os estudantes das escolas de ensino médio da rede estadual de Vila Velha voltaram a realizar manifestação nesta segunda-feira (23). Em uma das faixas utilizadas pelos estudantes durante o protesto um deslize no português chamou a atenção. Os alunos, que cursam o Ensino Médio, estampavam a frase "Porque almentar a carga horária?", com a letra L no lugar do U na palavra 'aumentar'.Um dos alunos percebeu o deslize no momento em que a reportagem registrava em foto a manifestação, mas já era tarde demais para realizar alterações. Além disso, o "por que" deveria ser separado e não junto, como estava na faixa do protesto.”
Fonte: gazetaonline.com.br


Quem participou de algum tipo de movimento estudantil no Brasil deve estar envergonhado desses alunos de Vila Velha. Não sabem se organizarem, não sabem fazer manifesto e muito menos escrever.

O que os alunos estão precisando, é de qualidade de ensino e não aumento da carga horária. Qualidade não é quantidade. Realmente o ensino tem que ser reestruturado e as escolas têm que dar infra-estrutura suficiente, mas antes disso os alunos têm que ter consciência que escola não é lugar de bagunça, de namoro e nem parque de diversão.

A intenção pelo menos foi boa, porém acabaram virando notícia nacional não pelo protesto e sim pelo erro de português. Esse é o Brasil! O que eles deveriam aUmentar é o salário do professor e as condições de trabalho.

Escola é lugar de aprendizado. Lugar onde se aprender a ler, escrever, ter educação, crescer e principalmente é onde aprendemos a construir nosso futuro.

Por fim, talvez nem fossem os alunos que escreveram a faixa, pagaram para alguém. Mas o erro devia ser notado. Tudo bem, na hora do vestibular podem ter essa margem de erro, afinal, o sistema de cotas está aí para isso.

Sobre a faixa: nem Freud explica. Seu Creisson pra presidente.

E galera...ir pra escola só pra comer merenda e ficar de namorico não da né. Vamos estudar!

terça-feira, 17 de março de 2009

Meia verdade

Certo dia uma mulher chega em casa linda e sorridente e diz para seu marido:
-benhê, tenho uma notícia pra te dar! Estou grávida.
O marido ergue a sombrancelha, esboça um sorriso [falso] e diz:
-quem é o pai?
A mulher com espanto e se sentindo humilhada responde:
-como assim quem é o pai? Como você tem coragem de perguntar isso?
Então o marido respira fundo e explica:
-antes de nós casarmos fiz uma vasectomia! Nunca quis ter filhos.
A mulher perplexa cai aos prantos e confessa:
-tudo bem! O filho não é seu, é do Paulão.
O homem profundamente magoado e enfurecido grita:
-COMO ASSIIIIMM...DO PAULÃO? ELE ME PAGA. NUNCA ME DISSE NADA QUE ERA “BI”.


Moral: Todo mundo sempre diz a verdade. Mas nunca toda a verdade.

quinta-feira, 12 de março de 2009

Morar sozinho: independência e responsabilidade


A decisão de morar sozinho para a maioria dos adolescentes é a realização de um sonho. Já para os pais é motivo de preocupação, angústia e saudades do filho que está longe. No entanto, um fator fundamental é que essa transformação, de jovem em adulto, torna-se um passo importante na vida de quem procura independência e responsabilidade.

O estagiário e estudante Aldo Aloizio, de 19 anos, sempre teve vontade de sair de casa para ter seu próprio espaço e tentar uma vida melhor em outro lugar. Então viu em uma oportunidade profissional o caminho decisivo para concretizar seu plano de morar em outra cidade.

Ele conta que o mais difícil foi convencer a namorada e, principalmente, os pais, de que estava certo. “Foi bem complicado para minha mãe encarar o fato de que seu filho estaria saindo de casa. Mas, difícil mesmo, está sendo a ausência da minha namorada e ter que se virar sozinho. Afinal os pais sempre querem que a gente fique pertinho deles”, afirma. Aldo saiu de Carlos Chagas (MG) e está morando desde maio em Vila Velha (ES). Depois desse período de adaptação e experiência, ele garante que está sendo válido todo o sacrifício.

De acordo com a psicóloga Jussara Rocha, são diversos os motivos que podem levar uma pessoa a querer morar sozinha. “Se for uma opção pessoal, ela quer a sua independência e está ciente das dificuldades desta escolha”, avalia. “Caso a necessidade que leva a pessoa a morar sozinha, seja por motivo de ter que estudar ou de trabalhar longe, ás vezes ela nem deseja morar só, e por isso, não é capaz de lidar com as dificuldades. Já para aqueles que procuram encontrar uma realidade diferente da que tem dentro de sua casa, qualquer circunstância é melhor do que aquela em que convivia, embora ela possa vir a ter problemas por não ter um programa para esta mudança”.

Morar sozinho tem seus prós e contras. Para o estudante de direito Vincyus Loss, de 23 anos, após ter saído da cidade de São Roque do Canaã (interior do Espírito Santo), a pior coisa é cuidar dos afazeres domésticos. “Além disso, não é nem um pouco bom pagar tantas contas. Antes só tinha a conta do meu celular e gastos do dia-a-dia. Agora tenho aluguel, condomínio, água, gás, luz, celular e internet. Mas levo numa boa. Têm dias que me sinto só, aí uns telefonemas para casa ajudam”, conta.

O ponto positivo para Vinicyus é a possibilidade de manter a casa desarrumada, organizando-a a hora que quiser, e ter seu próprio espaço, onde ele é o chefe da casa. Mas, faz um aviso importante: “Além da coragem é preciso confiança e estabilidade para morar sozinho, pois só tem você para bancar todas as contas. Quando estamos na casa dos pais é tudo mais simples, a responsabilidade é quase nenhuma. Sozinho é você e Deus. Mas, por outro lado, é extremamente gratificante a experiência de vida que você adquire”.

Para quem já resolveu morar sozinho, aqui estão algumas dicas de quem já é fera nisso: “Verificar a proximidade com mercados, bares e padarias. A maioria que mora sozinho come fora. Posto de saúde também, pois se você ficar doente a mamãe não estará lá para socorrer, e se possível perto do serviço e local de estudo. Um bom relacionamento com o vizinho ou porteiro também é muito importante, eles sempre te socorrem nos momentos de urgência”, acrescenta Vinicyus.



[uma pequena matéria que fiz pro jornal-mural(Dazibao) da UVV]